quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Manda Chuva



Vago a cantar meus medos, penso que tudo em mim é parte desse todo que me apego. E se desapego, é por não encontrar você, pois onde você não estiver, só com fé posso ver, parar e crer. Ah! terra árida, terra seca, mais que a do sertão por onde andei, assim fica minha alma, quando não te sinto por perto meu pastor, o meu Senhor e redentor. Contigo tudo é pleno, a alma se farta e a vida é  igual ao gozo no cangaço, quando cai a chuva no sertão da desilusão. Óh! manda chuva meu Senhor óh manda, cantarolou o pastor, e como um louvor, subiu a canção e fez derramar na alma essa emoção, da esperança que não cansa de viver. [a.p]

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