quinta-feira, 17 de setembro de 2015

ADAPTÁVEL HUMANO





Há várias maneiras de não perdermos o fôlego, na nossa memória o oxigênio é inesgotável, nossos aquários são subjetivos, somos um oceano de possibilidades, escrever por exemplo é respirar, pensar o bom momento é não sofrer a apnéia das circunstâncias. Coisas simples também me dão fôlego, como um relato simples de como foi seu dia, uma música pra trazer boas lembranças, tudo é oxigênio, tudo é respiração, é inspiração, é sensação que não deixa o vazio ganhar espaço, é o adaptável humano de cada dia.

NUM "RE" LICÁRIO OU COISA ASSIM




O que seria de nós se não tivéssemos a capacidade de recordar, de reviver, de repensar, de ressentir, de reclamar, de redescobrir, de revigorar, de revitalizar de reinventar o que já foi. Minha memória é um arquivo vivo, é um diário tão lúcido que as vezes penso que ando me distraindo com minhas idéias. [a.p]

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

SOBRE O SABER



AGORA
Imagina eu, que nada sei, nada vejo, nem consigo ver.
Que hoje eu tenho a certeza do que posso dizer
Afirmo, tu sabes muito mais de mim, do que eu  sei de ti.
Aqui é o lugar de onde vejo o nada, donde estou, nada vejo.
E sobre o meu não saber, transformo isso em poesia, pra perdurar.
Pra imaginar, pra especular, pra supor qualquer coisa.

[a.p]


terça-feira, 1 de setembro de 2015

SALOMÃO DO REGGAE | NEURA



"Na beira do rio..ou na beira do mar.."