terça-feira, 17 de maio de 2016

Nos Meus Versos



Vejo ansiedade nos meus versos, de quem busca aprender na prosa o inverso do que penso, se eu dissesse tudo que penso perderia a beleza das incertezas, pois ninguém sabe tudo o que diz, imaginamos saber ao conjecturar, na verdade é o anseio por saber, nos meus versos eu eu sei fingir minhas certezas, gosto mesmo é de ler nos meus versos um pedaço de mim. Da liberdade nos meus versos é que me prendo onde estou, sem ser reprimido pela minha procrastinação da não expressão das palavras, quando se escreve, é nos meus versos que vasa um pouco das palavras que transbordam em rimas ou versos, do meu interior fluem rios de água viva que lançam vida as palavras mortas que ressurgem nos meus versos, escrever é transpirar, é oxigenar a mente, é um bocejo.[a.p]

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